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Ciudad del Este tem toda a linha Washburn — o N4 a guitarra signature que Nuno Bettencourt usou em 'More Than Words' e 'Get The Funk Out' do Extreme com Seymour Duncan SH-6/SH-2, o D10S o dreadnought que uma geração de brasileiros usou para aprender a tocar violão e o WI64DL elétrica de acajou. Marca americana desde 1883 com 42–46% de economia em CDE.
Câmbio do dia: 1 USD = R$ 5.27 · Catálogo atualizado diariamente.
42–46%
economia vs Brasil
USD 300
Washburn D10S
USD 800
N4 Nuno Bettencourt
R$ 5.27
USD hoje
| Produto | CDE (USD) | Brasil (BRL) | Economia |
|---|
| Washburn D10S (dreadnought, corpo nato/agathis, tampo spruce, cordas aço) | USD 300 | R$ 3.100 | -44% |
| Washburn EA16 (eletroacústica, corpo acajou, pré-amp, cutaway) | USD 450 | R$ 4.800 | -44% |
| Washburn WI64DL (elétrica, acajou + tampo maple, humbuckers, cromado) | USD 500 | R$ 5.400 | -44% |
| Washburn N4 Nuno Bettencourt (basswood superstrat, Seymour Duncan SH-6/SH-2, pau-ferro) | USD 800 | R$ 8.600 | -44% |
| Washburn N8 Nuno Bettencourt premium (basswood + top maple, SD custom-wound, hardware premium) | USD 1.000 | R$ 10.800 | -44% |
| Washburn N24 Nuno Bettencourt topo (Gotoh hardware, pickups custom, especificações pro) | USD 1.200 | R$ 12.800 | -44% |
Preços médios pesquisados em junho/2025.
Washburn N4 (~USD 800 em CDE): a guitarra que Nuno Bettencourt usou para fazer história no rock dos anos 90. Nuno Bettencourt nasceu em São Miguel, Açores, Portugal em 1966 e imigrou para o Hawaii com sua família quando tinha 4 anos. Sua técnica é resultado de anos de estudo autodidata — ele nunca frequentou escola de música formal. O Extreme lançou 'More Than Words' em 1991 — um ballad acústico (dois violões, sem bateria, sem baixo) que chegou ao #1 nos EUA na Billboard Hot 100. Nuno tocou a N4 para TODAS as gravações do Extreme: 'Pornograffitti' (1990), 'III Sides to Every Story' (1992) e 'Waiting for the Punchline' (1995). A N4 tem pickups Seymour Duncan SH-6 Distortion na bridge (para o ataque cortante do riff de 'Get The Funk Out') e SH-2 Jazz no neck (para o clean da intro de 'More Than Words').
Washburn D10S (~USD 300 em CDE): o violão que uma geração inteira de brasileiros usou para aprender a tocar. O D10S foi o violão mais vendido no Brasil por quase uma década — de meados dos anos 90 ao início dos anos 2000. O D10S foi disponibilizado no Brasil numa época em que os violões nacionais de qualidade similar (Giannini, Rozini) custavam o equivalente mas com qualidade variável. O D10S dreadnought tem o body maior que um clássico (violão de nylon), o que produz mais volume e mais presença de graves — ideal para folk, pop e acompanhamento de voz. O spruce tampo do D10S tem uma abertura de timbre superior ao compensado de baixíssima qualidade dos violões de R$ 200–300 do mercado nacional — era o instrumento que 'valia a pena' num mercado ainda fechado de instrumentos importados.
Washburn WI64DL (~USD 500 em CDE): a guitarra elétrica para hard rock e blues rock. A linha 'WI' (Washburn Island) tem o shape baseado no Gibson Les Paul Standard mas com o perfil do SG (mais fino e mais agressivo). A combinação de body de acajou + tampo de maple é idêntica à do Gibson Les Paul Standard — acajou provê o warmth e o sustain característico dos anos 60–70, e o tampo de maple provê o ataque e o brilho nos agudos. Washburn X-series (~USD 400 em CDE): as guitarras de metal — design superstrat com Floyd Rose para dive bombs e técnica de metal (Kirk Hammett de Metallica foi um endossador da Washburn X-series nos anos 80 antes de mudar para ESP). Washburn HB35 semi-hollow (~USD 600 em CDE): para jazz e blues — o shape ES-335 com dois humbuckers, warm e resonante.
Washburn EA16 (~USD 450 em CDE): a versão eletroacústica da linha acústica da Washburn — um violão de cutaway (com o 'corno' inferior cortado para facilitar o acesso às casas mais altas) com pré-amplificador integrado. O cutaway é especialmente útil para guitarristas que fazem solos na posição mais alta do fretboard. O EA16 tem o corpo de acajou (warmth de médio-baixo característico) com pré-amp de 3 bandas. Washburn D-series (~USD 250–400 em CDE): a linha de violões acústicos de entrada e intermediária da Washburn — D10S (entrada/estudante), D46S (intermediário com tampo sólido), D100 (profissional de entrada). A linha D é projetada para folk americano e bluegrass — os shapes e os projetos de bracing (o padrão de reforço interno do tampo) são baseados na tradição americana de violões de folk.
Muito. A Washburn Guitars é uma marca americana fundada em 1883 em Chicago, Illinois — originalmente chamada Lyon & Healy, um dos primeiros grandes fabricantes de instrumentos musicais em série dos EUA. A empresa foi renomeada Washburn (em homenagem ao Governador Cadwallader Washburn de Wisconsin, que financiou a empresa) em 1974 quando foi adquirida por investidores americanos que queriam reviver a marca histórica. A Washburn moderna (pós-1974) ganhou visibilidade global em dois momentos distintos: nos anos 80 através das guitarras de Nuno Bettencourt (guitarrista do Extreme) — a Washburn N4 Nuno Bettencourt que ele usou em todos os álbuns do Extreme de 1989 a 1995 — e no Brasil dos anos 90, onde o violão D10S se tornou o violão de estudo mais vendido do país por quase uma década. Em CDE: Washburn D10S (~USD 300 vs R$ 3.100 no Brasil — economia de ~44%).
Washburn N4 (~USD 800 em CDE): a guitarra signature de Nuno Bettencourt — o guitarrista de origem portuguesa nascido no Hawaii que é considerado um dos guitarristas mais tecnicamente prodigiosos do rock dos anos 90. Nuno Bettencourt é o guitarrista e co-compositor do Extreme — a banda de hard rock de Boston que lançou 'Extreme II: Pornograffitti' (1990), um dos álbuns mais influentes do hard rock/funk metal dos anos 90. 'More Than Words' (1991): o ballad unplugged do Extreme que chegou ao #1 nos EUA — Nuno usou a Washburn N4 para todas as gravações. 'Get The Funk Out' (1990): o single de funk metal que mostra o groove e a técnica de Nuno. 'Hole Hearted' (1990). A N4 tem um design único: body de basswood (álamo branco) em formato superstrat (similar ao Ibanez RG, baseado no Stratocaster mas com corno mais agressivo), neck de maple com fretboard de pau-ferro (para um som mais brilhante que rosewood), e pickups Seymour Duncan SH-6 Distortion (bridge) e SH-2 Jazz (neck) selecionados pelo próprio Nuno.
Washburn N4 (~USD 800 em CDE): o modelo histórico de Nuno Bettencourt — o design original de 1990 com basswood, maple/pau-ferro, Seymour Duncan SH-6/SH-2, Floyd Rose ou Schaller tremolo. É o instrumento que Nuno usou em gravações do Extreme. Washburn N8 (~USD 1.000 em CDE): a versão premium da N-series com especificações mais altas — body de basswood premium com top de maple (mais resonante), Seymour Duncan custom-wound para Nuno, hardware de qualidade mais alta. O N8 é o que guitarristas profissionais/avançados escolhem quando querem o melhor da N-series. Washburn N24 (~USD 1.200 em CDE): o topo da N-series em produção — ainda mais especificações (hardware Gotoh, pickups custom), corpo mais sofisticado. Para guitarristas que querem o instrumento que mais se aproxima do N4 original de 1990 que Nuno tocou no período do Extreme.
Washburn D10S (~USD 300 em CDE): o violão que dominou o mercado brasileiro de iniciantes e estudantes durante a década de 90. O D10S foi projetado como um violão de entrada de qualidade — body de dreadnought (o shape mais popular em violões de folk/country, introduzido pela Martin Guitar Company em 1931, com o body mais volumoso para maior projeção de graves e volume). O D10S tem um body de nato/agathis (madeiras similares ao mogno, usadas em instrumentos de entrada), tampo de spruce (mesmo material dos violões mais caros — spruce de Sitka é o tampo mais comum em violões acústicos de todas as faixas de preço), e cordas de aço (de preferência para folk/country/pop). No Brasil dos anos 90, o D10S era o instrumento padrão de aulas de violão em escolas de música e academias. A qualidade do D10S para seu ponto de preço era notavelmente boa — um instrumento que permitia ao estudante aprender sem frustração (boa afinabilidade, fretboard confortável, boa projeção).
Washburn WI64DL (~USD 500 em CDE): a guitarra elétrica clássica da Washburn — body de acajou (similar ao Gibson SG e Les Paul em madeira), tampo de maple (para o brilho característico — a combinação acajou+maple é a mesma do Les Paul Standard), humbuckers na bridge e no neck (para o som warm e corpulento característico do acajou), hardware cromado. O WI64DL tem um look inspirado no Gibson Les Paul com o SG shape mais agressivo — é um instrumento que funciona bem para hard rock, blues rock e rock clássico. Washburn X-series (~USD 400–600 em CDE): a série de guitarras de metal da Washburn — design de superstrat com tremolo Floyd Rose, pickups de alta saída para palm muting e técnica de metal. Washburn HB35 (~USD 600 em CDE): o semi-hollow da Washburn — inspirado no Gibson ES-335, tem o body semi-hollow com bloco central, dois humbuckers, para blues, jazz e rock alternativo.
A Washburn é uma marca americana com produção na Coreia do Sul (para a maioria dos modelos de produção) e EUA (para os modelos mais premium como a Nuno Bettencourt N4 Masterpiece Edition). Em CDE: as lojas de instrumentos de Ciudad del Este importam Washburn dos distribuidores americanos. A Washburn é uma marca com presença mais limitada em CDE que Gibson ou Fender — nem todas as lojas têm estoque de todos os modelos N-series ou WI-series. Recomendação: pesquisar previamente em lojas específicas de CDE (Guitar Center Paraguay, Buscador Paraguai) se têm o modelo desejado. O violão D10S geralmente está disponível por ser de alta demanda. Câmbio de hoje: USD para BRL (~44% mais barato que lojas brasileiras). Garantia Washburn: 1 ano do fabricante.
Fender, Gibson, Ibanez, Schecter, Jackson e ESP com desconto em CDE.